Alexandre de Carvalho Borges – 2004

O programa televisivo Fantástico, da Rede Globo, veiculou o quadro chamado de “Desafio Paranormal”, em que pretendia realizar um embate entre um alegado paranormal, Thomaz Green Morton, e um mágico profissional, o James Randi. O desafio pretendia colocar à prova a alegada paranormalidade do Thomaz.

As cláusulas do desafio ofereciam margem ao suposto paranormal se submeter ao teste quantas vezes quisesse, caso desejasse. Para encarar o desafio, Morton disse que ia fazer nascer um pinto de um ovo por meio de seu poder paranormal. À margem desse desafio, o que a ciência exige atualmente em uma investigação de um alegado paranormal? Veremos algumas reflexões abaixo.

A necessidade de um mágico profissional na equipe

Desde o pioneirismo do pesquisador Joseph Banks Rhine na Universidade Duke, em 1930, é utilizado métodos científicos para tentar provar fenômenos ditos paranormais. Uma verdadeira investigação científica teria que analisar algumas variáveis, tais como possíveis alterações físicas no corpo e medições cerebrais quando o alegado “poder” do Morton estiver em ação.

Joseph Banks Rhine, pioneiro das pesquisas parapsicológicas
Joseph Banks Rhine, pioneiro das pesquisas parapsicológicas

Se não houver um controle científico neste campo de investigação, o que nos resta é tão somente mais uma estória contada pelos seus seguidores, entre tantas outras. Estórias e fábulas de pessoas que viram alguma façanha do Morton não servem como prova científica. Desde quando essas pessoas não fizeram um experimento científico controlado para verificar a veracidade dos acontecimentos, ficamos restritos unicamente a depoimentos de testemunhas.

É aí que entra a questão da presença de um mágico profissional nestes experimentos, pois os estudos com outro alegado paranormal, o Uri Geller, sofreram muitas críticas. Randi alegou que os cientistas que estudaram e validaram a paranormalidade de Geller foram enganados pelos seus truques. Uri Geller, que afirma que seus poderes são de origem extraterrestre, nunca conseguiu provar sua paranormalidade perante o Randi.

Para provar que era fácil enganar alguns cientistas, James Randi treinou dois mágicos, alunos seus, para se apresentaram como paranormais perante alguns cientistas de universidades. Alguns testes foram feitos nestes dois alunos e os cientistas acabaram caindo nos truques de mágica realizados pelos mesmos.

Em uma pesquisa científica realizada em pessoas que alegam ter controle de seus ditos dons paranormais, é imprescindível a consultoria e presença de um expert em mágica e ilusionismo. A questão do mágico por perto é justificada pelo seu conhecimento em rotinas e truques de mágica e, assim, não será enganado por elas.

Ao contrário, alguém leigo em artes mágicas se surpreenderá, por exemplo, com um entortar de garfo, já achando ser resultado da paranormalidade. Este é apenas um exemplo da imprescindível necessidade de um mágico profissional em uma equipe de investigação científica.

O mágico James Randi oferece 1 milhão de dólares para quem provar poder paranormal

Podem-se citar doutores e mais doutores de diversas especialidades que pesquisaram um alegado paranormal. A pergunta a ser feita é se tinha algum mágico profissional na comissão de investigação. Se não tinha, então devemos duvidar do resultado obtido.

O fato é que, por mais inteligentes e cultos os doutores – formados em respeitáveis universidades -, podem ser enganados por truques de mágica se não forem conhecedores dessa arte da ilusão. Isso não é desrespeitar os profissionais acadêmicos, pelo contrário, é ser humilde em reconhecer que eles podem ser enganados quando não possuem conhecimento em artes mágicas.

Gravar vídeos das façanhas do Morton também não garante prova alguma de sua alegada paranormalidade. Basta ver os vídeos do mágico David Blaine e suas mágicas em close-up. Se não tivermos conhecimento em artes mágicas, não conseguiremos desvendar o truque ao vermos apenas o vídeo.

Entretanto, se fossemos consultar a literatura do ilusionismo, descobriríamos a rotina do truque e de como a mágica foi encenada na nossa frente, e não conseguimos desvendá-la. Vídeos de pretensos paranormais nunca foram prova científica de paranormalidade.

A exigência da ciência e suas críticas

No intuito de que possamos eliminar a hipótese de fraude – a primeira dentre outras -, devemos pesquisar um alegado paranormal debaixo de rigoroso protocolo científico, e nunca devemos acreditar nos nossos olhos destreinados em mágica. Qualquer indivíduo que faça estudos científicos sobre esses temas – e até mesmo assuntos da própria ciência – deve estar preparado a receber críticas, a debater pontos e discutir falhas metodológicas.

A ciência trabalha desta forma e, se não estamos preparando para isso, então só estamos criando um culto de crentes. Esse procedimento crítico é feito pela ciência o tempo todo.

Caso contrário, ninguém mais poderia discutir as experiências realizadas por William Crookes, Alexandre Aksakof, Johann Karl Friedrich Zollner, Carlos Imbassahy, entre outros, somente porque foram eles que vivenciaram e presenciaram o suposto efeito paranormal e, dessa forma, teremos que aceitar sem qualquer crítica metodológica.

Podemos duvidar das pesquisas feitas por outros pesquisadores. Duvidar é o elemento mais básico da pesquisa e do pensamento racional. Até porque, o Thomaz Morton não teve sua paranormalidade provada cientificamente, e testemunhos pessoais não são prova científica. Alguém pode ter filmado toda a fenomenologia que ele executou, mas se ela não foi feita debaixo de controle científico, então seus feitos não têm validade como prova para a ciência.

Thomaz Green Morton alega ter poderes paranormais

Certa vez, um defensor do Morton me contou que estava em sua casa, em companhia do alegado paranormal, e inesperadamente encontrou sua tesoura de aço entortada numa gaveta. Ela apareceu empenada, mas ninguém a viu ser deformada.

O defensor acreditou que foi obra dos poderes de Morton, somente porque ele disse que foi o autor da façanha. Por mais boa vontade que tivermos, se não houver rigor no controle científico da demonstração, nada acrescentará para certificar algo supostamente paranormal como um fato real.

Por que Morton não entorta uma tesoura na frente do Randi? Na verdade, ele sabe escolher suas plateias. O Morton poderia afirmar que entortou uma porta de um cofre de um banco, mas se ninguém viu, de quê adianta? O debate aqui está tentando focar sobre o que é exigido pela ciência, e não o que é aceito por crenças pessoais. Felizmente, a exigência científica é rigorosa, apesar de extremamente necessária na busca de livrar-se de fraudes.

É desse controle sob olhares atentos de experts em mágica e ilusionismo que o Thomaz Morton foge. Histórias do passado não servem como prova para o desafio proposto. Se não houver controle científico e experts em mágica na comissão de investigação da alegada paranormalidade, nunca teremos certeza se os participantes de sessões passadas foram enganados.

Certa vez, o físico Richard Feynman encontrou com Uri Geller e comentou em seguida: “Sou esperto o suficiente para saber que sou burro”. O que ele queria dizer era que, como não tinha conhecimento em artes da ilusão – por mais brilhante físico que era -, ele podia ser enganado por esses truques. Isso é que é exemplo de humildade e sabedoria científica.

É verdade que a ciência atual não tem explicação para muitos fenômenos, e ela terá que ampliar seus conceitos. Em vez da humilde frase “não sei”, muitos cientistas preferem a posição de que “é tudo mentira, engano ou fraude”. Apesar do ceticismo e cautela, a ciência ainda é a melhor ferramenta que dispomos para este tipo de investigação.

A dificuldade em provar uma ação paranormal

Os defensores do paranormal alegam que se um mágico pode reproduzir, em truques, um feito paranormal, não necessariamente o suposto paranormal seja uma farsa. Por exemplo, se alguém consegue entortar garfos com poder paranormal, e se isso também for possível de ser realizado por meio de um truque de mágica, não implicaria afirmar que não existam poderes paranormais.

Seria como uma briga de gato e rato: se o paranormal aparece e afirma executar um novo feito com poderes “extra-humanos”, o mágico corre para reproduzir este feito de igual modo. Parece não ter fim.

O físico Richard Feynman sabia que pessoas que não conhecem artes mágicas pode ser enganado
O físico Richard Feynman sabia que pessoas que não conhecem artes mágicas podem ser enganadas

A dificuldade seria o suposto paranormal conseguir provar sua autenticidade com um feito não reproduzível por mágica. Este feito existe? Pessoalmente, duvido! A questão fica difícil em distinguir o que é ordinário e o que é supostamente extraordinário. Para os defensores do paranormal, reproduzir um fenômeno por artes mágicas não implicaria afirmar que a mesma façanha não possa ser executada por paranormalidade.

Thomaz Morton já foi pego em várias fraudes

Já não é de hoje que pessoas que conviveram com o Morton afirmam que ele frauda, que cobra valores altos em suas consultas e adora estar entre os artistas famosos. Existe um livro sobre o Morton, escrito pelo pesquisador Mario Amaral Machado, e que é bem ilustrado com fotos das suas pretensas ações paranormais.

Quando vejo estas fotografias, observo a quantidade de truques já “batidos” e que hoje somente servem pra ensinar crianças a aprenderem mágica. Um exemplo desses truques de mágica é a da colagem de cédulas de dinheiro.

Alguns pesquisadores que investigaram o Morton citam que o mesmo já usou e usa de truques fraudulentos em suas performances. Seus defensores dizem que quando ele não consegue realizar as habilidades e dons que afirma ter, apela para esse recurso, apesar de ser pego pelos olhos atentos dos pesquisadores.

Mesmo sendo pego em fraudes, alguns defensores do Morton ainda acreditam em sua paranormalidade. Eles dizem que nem tudo é fraude, e que ainda há algo de genuíno nele. O próprio programa Fantástico mostrou uma fraude do Morton, onde, maliciosamente, ele entorta um garfo por debaixo da mesa antes de mostrar aos que o assistiam.

E o Thomaz Morton fugiu do desafio

O que muitos esperavam, aconteceu: Morton fugiu do desafio e não conseguiu provar sua paranormalidade perante o mágico James Randi. Defensores do Morton disseram que ele fugiu do desafio por ser um homem que não honra compromissos. Será que alguma vez na vida dele, comprometeu-se com um acordo tão importante como este?

O desafio foi publicamente divulgado em inúmeros capítulos, em rede nacional, em um dos programas mais vistos da TV brasileira. E mais: um compromisso que lhe renderia 1 milhão de dólares, quase três milhões de reais, caso ganhasse.

Morton sempre foi muito atraído por dinheiro, cobra vultosas somas por suas consultas. Uma “energização” para seus clientes pode custar em torno de 60 mil reais. O que lhe faria declinar em agarrar tanto dinheiro de uma vez só? Ficou claro que ele correu dos três milhões de reais porque quem oferecia o dinheiro era um astuto e experiente mágico, acostumado a desbancar falsos paranormais. Ele fugiu do desafio do Randi porque sabe que o mágico é duro de enfrentar.

Thomas Green Morton diz ser paranormal e desafiou o James Randi

O Morton alegava que tinha domínio para execução de seus “dons”. Mesmo que no momento do desafio ele dissesse que a “energia acabou agora”, ele poderia ser submetido a estrito controle em outro momento, quando sua alegada “energia” estive retornado. Era isso que ele fazia com as pessoas que o visitavam. Enfim, a espontaneidade dos “dons” do Thomaz Morton não devia ser argumento para motivo da fuga de um rigoroso controle científico.

Na verdade, foi ele quem desafiou o Randi, dizendo que iria chocar um pinto de ovo de galinha com seus dons. Realmente, essa alegada ação de Bio-PK seria bem mais interessante do que apenas entortar garfos. O impressionante é que o Morton esgotou sua “paranormalidade” justamente à época do desafio do Randi. As forças deles terminaram quando um mágico bem esperto em truques o desafiou. É uma coincidência mágica!

Não foi a primeira vez que Morton fugiu de um desafio que pretendia testar sua alegada paranormalidade. Ele já havia fugido, anos atrás, do padre Oscar Quevedo, que também já o desafiou várias vezes. Por que será que ele já tinha fugido várias vezes do Quevedo?

Claro, ele sabia que o Quevedo também conhece as artes mágicas, a hipnose, é astuto e já desbancou vários charlatões. A fuga do Thomaz é um procedimento típico de charlatões. Naturalmente, ele deve ter se informado melhor sobre quem é James Randi e visto que o mágico é um profissional duro de enfrentar.

Referências

[1] MACHADO, Mário Amaral. Os fenômenos paranormais de Thomaz Green Morton. São Paulo: Ediouro, 1984.

[2] FEYNMAN, Richard. A visit with Uri Geller. Skeptical Inquirer, v. 14, n. 1, 1989.

[3] RANDI, James. The truth about Uri Geller. Buffalo, NY: Prometheus Books, 1982.

12 COMENTÁRIOS

  1. ooooo bruno … eu gostaria de entender a razão por vc visitar este site…processo por calunia .. difamação .. iniciação do salto ? vidas passadas …parcero .. vc so pode estar brincando …. eu é quem deveria te processar por induzir pessoas a essa pratica sem comprovação alguma … quando digo que o mundo esta doente ,não é por força da palavra ….poxa .. se vc ainda fosse uma criança . mas meu … um adulto … cheio de devaneios .. vejo isso todos os dias na rua .. mas pior que esses são os que não tem vergoha e criam sites como se as coisas em que vc acredita fossem verdadeiras .. é um louco querendo arrebanhar mais loucos para o seu hospício particular … pra se unir aos vulgos paranormais …. cabe ao ônus da prova de quem afirma ,adoraria ver vc provar tudo que alega no seu bizarro site …

    • O Bruno pediu que eu deletasse um comentário de um leitor, pois alegava ter sido caluniado ao ter sido chamado de “charlatão”. Mas só bem depois percebi que ele também havia chamado abertamente o James Randi de “grande charlatão”. Insulto por insulto, eu não deveria ter deletado o comentário do leitor. Bateu, levou. Mas, enfim…

  2. Lá na Pagina sobre o Randi eu fiz um acréscimo no artigo, este: – “O lance do desafio do Randi certamente é armação. Finja ser alguém que realmente tem alguma manifestação assim e tente conseguir ser testado para você ver, eles nunca estarão disponíveis para fazer o teste. O tal ‘milhão’, se é que existe, jamais será entregue, por mais que existam pessoas com poderes verdadeiros” [anônimo]

    Já fingiu ser um paranormal e tentar ser testado pelo Randi Alexandre?

    Me acusou de homofóbico, falou do Urandir, mas nem se lembra mais do que falo sobre Nina Kulagina, John Chang, Edelarzil e outros né?

    Isso se configura sofisma, retórica da controvérsia, como aliás todos os outros comentaristas estão usando…

    Sabe o que é Pseudocetismo?: http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2009/08/pseudoceticos-reconheca-os-arme-se.html

    Por acaso chegou a ver essa pagina em meu site?: Os Paranormais Russos – União Soviética – Estudos Científicos – Provas Irrefutáveis http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2009/07/paranormais-russos-uniao-sovietica.html veja o documentário pelo menos até a parte sobre a Nina Kulagina…

    • Bruno,

      Conheço as execuções de todos que citou. Ex: tudo que Nina Kulagina fez pode ser reproduzido por mágica, o que não quer dizer que ela tenha fraudado.
      E há críticas sobre o controle do ambiente inicial contra execuções de truque.

      Eu não nego a existência de uma possível existência de ação psíquica humana. Entretanto, na minha avaliação, é ainda uma hipótese a existência paranormal.

  3. Alexandre de Carvalho Borges, pode fazer um grande favor para mim? Apague o comentário do Fake “McCormick” postado dia 21 de janeiro de 2013 às 17:20 / pois este está me ofendendo diretamente, sem apresentar qualquer prova, publicamente, e ainda por cima usando de nome falso.

    Isso se configura crime de injuria difamação e calúnia, sendo que o texto foi postado por um perfil fake, então nesse caso o dono do site que será responsabilizado, e eventualmente arcara com a indenização em caso de processo judicial por deixar tal texto difamatório exibido.

    Então aguardo a sua providencia o mais rápido possível, do contrario medidas judiciais serão acionadas junto aos meus advogados.

    Tem o meu email e endereço do meu site, caso queira entrar em contato. Obrigado.

    • Ah… Para de chorar, cara. Você é que devia ser processado por ameaçar processar o dono desse site, que nada tem a ver com o comentário (opinião) de terceiros! Então para de mimimi. Se sentir ofendido por comentários na internet é coisa de gente com sérios problemas emocionais.

  4. Quem fala isso “Para os defensores do paranormal, reproduzir um feito por artes mágicas não implicaria afirmar que o mesmo feito não possa ser executado por paranormalidade.” precisa tomar uma navalhada de occam, pois quais são as chances? O cientista tem que lidar com probabilidades também e se a mágica é simples de fazer, e até hoje a ciência nunca demostrou que exista algo do tipo, você prefere acreditar em qual? Enquanto não se provar que existe algo paranormal, todos devem ser tratados como fraudes, seja de propósito ou de auto-engano, o cientista pode e deve investigar, mas ele tem que partir dessa premissa ou estará mais propenso ainda a ser enganado, até que se prove o contrário, é tudo um bando de charlatão ou gente esquizofrênica enganada…

  5. Esse Bruno acima é um sem noção se o James Randi é um artista fracassado não vem ao caso. A matéria aqui está dizendo da farsa que é esse mágico Thomas Green Morton que se diz paranormal.
    Mas fazer o que tem burro que dá dinheiro para pessoas como ele. Até hoje ainda vejo pessoas que caem no golpe da loteria.

    E quanto ao amigo Bruno do comentário acima se o Randi quer fama o que o Thomas Green Morton quis. Se o cara fosse boa gente não cobraria na época 20 mil por uma consulta.

    Nunca vi Jesus que foi a pessoa mais importante que pisou na terra e realmente curou as pessoas pedindo dinheiro para ficar rico. Como fazem esses charlatões e muitos líderes religiosos de hoje.

    • pois é, ulisses.
      se ao invés de tentar atacar o james randi, um mágico que ganhou o respeito da comunidade científica por sua luta contra o charlatanismo, pseudo-ciencias, e outras barbaridades que deviam ter sido deixadas no século xix,
      dificilmente os atacantes tentam analisar as coisas com a mente aberta.
      a resposta é a mesma daqueles que se deixam enganar por pastores caçadores de níquel.
      quanto ao link, é obvio que atacariam randi, como qualquer outro cético.
      nem randi, nem a ciencia dá qualquer apoio àquelas bobagens que aparecem no blog.

  6. Amigos, James Randi é o grande charlatão, ele nunca procurou paranormais, seus interesses são bem outros, veja um artigo novo sobre esse pilantra: http://seteantigoshepta.blogspot.com/2011/12/james-randi-e-seu-desafio-paranormal-de.html

    Amostra:

    No dia que ele entregar o Premio de 1 Milhão, a fama dele acaba, sua missão estará cumprida, e os holofotes sobre ele vão se apagar…

    Entenderam né? James Randi não está preocupado com ciência, nem com a verdade, nem se compromete com a honestidade, Randi quer apenas uma coisa: ((FAMA)), custe o que custar.

    Ele é um artista fracassado e frustrado que ?por acidente? encontrou um caminho para a fama e reconhecimento. No dia que ele entregar o premio, a festa acaba… [Texto inteiro, veja o link]

    Saudações…

    • Bruno, seu artigo é baita preconceituoso e homofóbico. Você deveria pensar nisso antes de postar algo publicamente.

      “Randi fugiu do Urandir”. Você quer dizer que o Urandir é um autêntico paranormal?

      Você defende o Morton como autêntico paranormal. Ele fugiu do Randi, como eu disse, e não o contrário. Eu gostaria que algo fosse verdadeiro aqui, mas temos apenas um habilidoso homem que usa mágica pra enganar as pessoas. Lamento.

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